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sábado, 7 de novembro de 2009

Principais erros em um E-commerce

Mesmo hoje, com o comércio eletrônico em alta já há vários anos, ainda encontramos, e em grandes volumes, erros em lojas virtuais - desde pequenas lojas até as maiores do país. Na maioria são erros básicos, que se fosse dada maior atenção não aconteceriam. Nas pequenas lojas os erros são mais comuns, pois se usam muitos sistemas prontos de lojas virtuais que já contêm os erros - que vão do layout até as boas praticas de SEO. Minha idéia era escrever sobre os 10 maiores erros em sites de e-commerce e como evitá-los. Mas, ao começar a lista-los, percebi que não poderia falar apenas de 10, já que existiam outros igualmente graves.

Erros comuns em E-commerce

  • Domínio inadequado: Literalmente vou começar do começo. Um bom domínio que descreva o mercado em que você atua certamente lhe trará muitos acessos, tanto pelo modo direto como em resultado de buscas naturais. Evite domínios que não tenham ligação direta com os produtos que você vende, pois perderá espaço para concorrência.
  • Layout poluído: Muitos e-commerces apresentam um layout muito poluído de várias maneiras: alguns por excesso de banners e outros por excesso de produtos. Procure utilizar um banner único que apresente as promoções da loja, que provavelmente será em flash, e escolha uma área, de preferência do lado direito do site, para colocar pequenos banners estáticos. Evite que os banners fiquem misturados com as opções do menu. Os produtos devem ter uma boa apresentação na capa do site, pois você terá poucos segundos para convencer o usuário a explorar a sua loja. Por isso é melhor ter uns 12 produtos bem apresentados do que 60 com uma apresentação ruim, e também pode passar a sensação de que o site é amador.
  • Sistema de busca ineficaz: Deixe visível o local onde se faz a busca pelos produtos ou serviços do seu site, coloque também filtros que facilitam as buscas. Por exemplo, se sua loja vende CDs pode ter um filtro dos mais vendidos, mais buscados, mais barato etc... Facilite a vida do usuário que ele irá navegar muito pelos seus produtos.
  • Produtos sem imagens ou imagens pequenas: Pode haver desistência de compra caso o produto não tenha foto ou tenha somente uma foto e ainda de baixa resolução. O usuário pode preferir comprar o mesmo produto em outra loja que apresente melhores fotos.
  • Descrição pobre: É o mesmo que acontece no item acima. Coloque uma descrição rica em informações, porém seja objetivo, evite informações desnecessárias, ou, como diz o ditado popular, evite encher linguiça. O usuário quer informações diretas do produto, então forneça com clareza o que ele procura.
  • Produto sem preço: Para mim, um dos maiores desperdícios de dinheiro e de tempo é criar uma loja para a qual o usuário precisa mandar um e-mail ou telefonar para saber o preço de um determinado produto. Opinião própria: quando vejo um site que tem o produto que quero e no lugar do preço há um botão escrito consulte, eu saio imediatamente, por vários motivos. Um deles é que eu penso que o produto deve ser muito caro para não ter o preço colocado no site, então evite expor um produto cujo valor não será informado. Vai por mim, opinião de consumidor.
  • Falta de estoque: É decepcionante para qualquer usuário fazer uma busca no site e ver logo nos primeiros resultados "produtos sem estoque", ou que vão demorar para chegar, ou, pior ainda, não há previsão. Mantenha seu estoque em dia, e crie um algoritimo que faça os produtos sem estoque serem os últimos no seu resultado de busca.
  • Cores negativas para ações positivas: É um dos erros mais comuns, desde pequenas até grandes lojas. Colocar cores vermelhas, pretas e laranja em botões e links para ações como Comprar, Matricular, Avançar, Finalizar Cadastro etc... Este tipos de cores inconscientemente nos lembram de ações de Perigo, algo que seja errado ou que nos fazem ficar em alerta. É justamente o oposto disso que queremos que o usuário sinta ao fazer uma compra na loja, então use cores que façam ele ter vontade de clicar, cores como verde ou azul. Pode parecer brincadeira, mas é verdade, isso vai ajudar nas suas vendas.
  • Cadastro extenso: É outro complicador no momento da compra. Apresente o cadastro em partes se for possível, solicitando inicialmente nome, e-mail e senha, e em outra tela apresente um cadastro mais completo. Assim, o cliente se sente mais à vontade, ao contrário do que acontece quando ele encontra de cara um formulário muito extenso, solicitando várias informações desnecessárias, o que pode assustá-lo e fazê-lo desistir da compra.
  • Falta de opções de contato: Deixe visíveis em todas as páginas do site as opções de contato para que o cliente possa usar quando ele achar melhor. Evite concentrar o link de contato em apenas uma página, pois você não sabe quando o usuário vai querer utilizar. Tenha no mínimo um formulário de contato - digo isso, pois muitas lojas sequer têm um formulário de contato - e não use o link mailto, pois muitos usuários não usam programa local de e-mail. Sem contar que muitas lojas virtuais não respondem aos e-mails enviados ou demoram muito a responder.
  • Acesso ao carrinho de compras: Deixe de forma clara e visível a informação de que o cliente já colocou no carrinho de compras e quanto ele terá que pagar. A falta da informação e do link do carrinho de compras na tela também dificulta o retorno para a página de finalização de pedido.
  • Falta de projeto de SEM e Marketing: Não tem coisa pior para uma loja virtual que ficar fora dos primeiros resultados de busca quando procuram por produtos que elas vendem. Posso dizer que muitas lojas hoje vendem até mais que 50% dos seus produtos pelo bom posicionamento no resultado orgânico e também por uma boa campanha de PPC. De que adianta uma loja com ótimos produtos e preços se ninguém sabe que ela existe? Uma boa campanha de marketing vai ajudar e muito a divulgar o seu negócio. Seo + PPC hoje é fundamental para o crescimento de vendas.

É isso, pessoal, quando for montar um e-commerce, lembrem-se de todos estes erros que já foram e ainda são cometidos. Como minha mãe dizia, é melhor apreender com os erros dos outros. Caso sua loja apresente alguns destes erros, procure corrigir, pode ter certeza que só ajudara a melhorar as vendas.
Acredito que existam ainda outros erros que eu não lembrei. Se você se lembra de mais algum, ou quer complementar um dos pontos citados no texto, deixe seu comentário que será muito útil a todos. Até a próxima.

Fonte: imasters.uol.com.br

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

10 motivos para você não criar uma loja virtual


Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado muitos brasileiros empreendedores a tentarem a sorte no mundo virtual. Não quero jogar um "balde de água fria" nas empresas ou empreendedores que vislumbram no comércio eletrônico riqueza com pouco trabalho, mas posso citar ao menos 10 bons motivos para não criar uma loja virtual.


1. Loja virtual
Meu sobrinho "manja" muito de internet e vai fazer pra mim um logotipo e uma loja virtual simplesinha mesmo.
Cai Fora!
Existem vários sistemas de loja virtual para você escolher. Próprio ou alugado (polêmicas à parte), escolha um que seja profissional, que passe credibilidade ao internauta e capriche muito no layout.

2. Formas de pagamento
Pretendo oferecer para meu cliente a opção de pagamento "depósito bancário", no meu nome de Pessoa Física, na minha conta poupança
Cai Fora!
Seu cliente quer pagar com comodidade, no cartão de crédito, preferencialmente. Existem muitas soluções atualmente que ajudam no início de uma loja virtual, entre elas PagSeguro e Pagamento Digital.

3. Estoque
Sou esperto, vou primeiro vender, receber e depois comprar em seu fornecedor.
Cai Fora!
Para isso você precisa ter um esquema MUITO bem feito com seu fornecedor, para receber o produto muito rápido (em poucas horas) e com a garantia dele que sempre vai ter o produto disponível para pronta entrega, o que nem sempre é possível.
Seu cliente sempre quer receber amanhã. Mesmo que ele ainda nem tenha pago o boleto bancário, ele já acha que você está enrolando e atrasando a entrega.

4. Correio e-Sedex
Não vou fazer um contrato de consumo mínimo mensal de R$ 1.000,00 com os correios só para ter taxa entrega mais barata. Quem paga é o meu cliente mesmo...
Cai Fora!
Confira uns exemplos de valores de entrega:
Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 21,50
E-Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 7,71
Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 10,50
E-Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 5,50
Você pretende conquistar o cliente de outra loja virtual, oferecendo uma taxa de entrega maior? Existem outras boas opções de empresas que fazem entrega, mas oferecer o e-Sedex no início de sua loja virtual é uma obrigação com o seu cliente.

5. Atendimento ao cliente
Pretendo responder aos emails dos meus clientes assim que eu chegar em casa à noite, após o meu serviço.
Cai Fora!
Email, chat, helpdesk, telefone e outras formas de atendimento têm que estar à disposição do seu cliente e a resposta tem que ser IMEDIATA.
Se você não atender à necessidade ou dúvida do seu cliente rapidamente, seu concorrente vai atender.
Uma mensagem no orkut ou no twitter contra sua empresa pode ser devastadora se não acompanhada de perto e com ações rápidas.

6. Detalhes do produto
Não tenho foto e texto legal, tô pegando em alguns sites concorrentes.
Cai Fora!
Este item é grande e merece um artigo só dele, pois o cadastro de um produto exige fotos com qualidade, especificações técnicas completas, instruções de uso e, se possível, vídeo.
Os detalhes sobre seu produto devem ser como um vendedor online, ele tem que tirar imediatamente todas possíveis dúvidas do seu cliente.

7. Publicidade "paga"
Não vou investir em publicidade "paga", conheço muita gente que já fez anúncios em links patrocinados e não vendeu nada.
Cai Fora!
Utilizar a ferramenta para criar um anúncio no Google Adwords é muito fácil mesmo, mas criar a estratégia do anúncio, o texto e escolher as palavras-chave de forma a investir pouco dinheiro, infelizmente não é para qualquer um, é necessário muito treino e estudo. Contrate um profissional para isso e foque seu trabalho em administrar seu negócio.

8. Publicidade "gratuita"
Só vou investir em publicidade "gratuita", não tenho dinheiro pra jogar fora com anúncios pagos.
Cai Fora!
Atualmente é possível conseguir publicidade gratuita de diversas formas, inclusive as mídias sociais nos ajudam bastante nisso - lógico que se usadas com sabedoria.
Há uma grande loja virtual que diz que não investe dinheiro em publicidade. Eu discordo disso, pois podemos não investir diretamente no canal de publicidade, mas precisa de alguém para criar e executar as ações de publicidade gratuita.

9. Nota fiscal
Vou começar a vender pela internet e, se der certo, eu abro minha empresa.
Cai Fora!
Ter uma empresa legalizada não é só uma obrigação com o governo, mas principalmente com o seu cliente, que deve e sempre exigirá uma nota fiscal do produto comprado.

10. Planejamento
Acho que todos os motivos acima são bobeira e é perfeitamente possível ter sucesso sem levar em conta estes motivos.
Cai Fora!
O primeiro passo é montar um plano de negócios para sua loja virtual, mesmo que ele seja simplificado. Veja algumas dicas no artigo "Faça um plano de negócios para montar sua loja virtual".
Finalizando esse artigo, quero deixar um conselho: CAIA DENTRO!
Trabalhe seriamente, levando em consideração essas dicas, e sua loja virtual terá tudo para ser um grande sucesso na internet.


Fonte: imasters.uol.com.br



quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Mitos do e-commerce

Desenvolvedores e empreendedores esbarram em dificuldades para criar e manter seu e-commerce, mas há soluções para todos os tipos de problemas.
Ouço diariamente gente otimista e outros nem tanto sobre as dificuldades enfrentadas em pagamentos online e e-commerce em geral. Os otimistas buscam e encontram soluções para os problemas. Outros sofrem com dúvidas e erros aparentemente sem solução, que criam verdadeiros mitos.

Mitos dos desenvolvedores
1. Dá muito trabalho e é arriscado vender com cartões de crédito
Errado. A implantação do PagSeguro por exemplo pode ser simples como um "copy paste" de botão de pagamento. Pode ser completa com retorno automático sincronizado com o banco de dados do site.
Com apenas uma implantação, você resolve 13 problemas: Visa, MasterCard, Diners, American Express, Hipercard, Aura, débito Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Unibanco, Banco Real, boleto e saldo em conta PagSeguro, que é o meio com a compensação mais rápida.
Não há risco para quem vende com PagSeguro. Com a análise terceirizada para o PagSeguro, o risco não é de quem recebe, mas de quem analisa.
Quem indica um cliente que vende com PagSeguro ganha 1% de comissão sobre as vendas, nos 12 primeiros meses.

2. Usar um serviço terceirizado vai denegrir a imagem da loja
Errado. Troque a palavra terceirizado por especializado. Se você é do meu tempo, sua escola tinha segurança, cozinheira, motorista, faxineira. Funcionários da escola. Hoje em dia as escolas, as empresas, e até o governo terceiriza tudo isso. Sabe por quê? Porque um especialista faz melhor aquilo que não é o seu core-business.
Todo portfólio tem core, integrador, periférico. Imagine um webdesigner, por exemplo.

"Core" é a sua essência. Aquilo que você faz melhor, e gosta de fazer. Aquilo que você faz sem ver o tempo passar. Algo que ficaria fazendo de graça, se possível, por paixão. Analise você mesmo como um portfólio de produtos e serviços. Qual seu produto ou serviço core? Nunca terceirize seu core. Para o webdesigner, design é seu core. Isso ele não passa para ninguém.
Integrador. Aquele serviço que você só faz para não perder o cliente. Não é exatamente sua especialidade. Você faz para não abrir mão do cliente para a concorrência. Para um webdesigner, programação seria uma atividade "Integradora". Não é seu core, mas se for fácil ele até faz. Um programador. Serviço core: análise de sistemas. Serviço integrador: arquitetura da informação. Serviço periférico: design.
Periférico é tudo aquilo que definitivamente não faz parte do seu escopo de trabalho. E qual serviço em seu portfólio é totalmente periférico, e poderia ser contratado de um terceiro sem impactar sua relação com o cliente? Terceirize imediatamente o que é periférico. Para o desenvolvedor, um serviço periférico seria hospedar e gerir a loja virtual, por exemplo. Deixe isso para os especialistas.

3. Preciso investir muito em tecnologia, servidores, infra-estrutura...
Errado. Não precisa investir. Precisa alugar. Investimento deprecia, aluguel de serviços é custo direto, e está relacionado ao seu volume de negócios. Escolha os fornecedores certos e não gaste 1 centavo com investimento. Estamos na era do ASP. Hospedagem de sites, disparo de email, gestão de campanhas online, CRM, tudo pode ser alugado, sem comprar nada.

4. Estou tranqüilo. Meu site é blindado
Errado. Não existe site blindado. Nenhum selo blinda site nenhum. O que blinda o site é uma combinação de inteligência e serviços bem implementados. O UOL é pioneiro no uso do EV SSL, um protocolo mais caro, e mais seguro. No PagSeguro, quem tem browser atualizado tem a URL verde, mostrando ao usuário que o ambiente é seguro.

5. E-commerce é bom só para produtos
Errado. VoIP, Jogos online, cursos online, conteúdo e blogs estão vendendo muito, e são grande parte dos pagamentos.

6. Lojista precisa ter cliente cadastrado para vender
Errado. Quem tem que ter cadastro para vender é empresa de mailing! Você precisa é ter segurança e conveniência.
Quanto mais informações você pede, em momento inapropriado, mais abandono de carrinho de compras você terá. A porta giratória do banco, por exemplo, tem detector de metais. É uma forma de segurança, mas é inconveniente. Porém a necessidade de entrar lá faz com que alguns clientes sejam até humilhados para entrar. Seu e-commerce precisa de segurança sem complicação. Pedir a informação certa, no momento certo, faz a diferença. Surgem diversos campos de cadastro gerando "bando" de dados desnecessários, que só atrapalham o consumidor a chegar no momento mais crítico: a hora de pagar.

Mitos dos empreendedores
1. Preciso ter um CNPJ para aceitar cartões de crédito
Errado. Basta ter um CPF e você já pode vender com todos os cartões.

2. E-commerce é coisa pra gente grande
Errado. Apesar de 65% do e-commerce estar nas mãos de um só grupo de empresas, e 91% estarem nas mãos das 30 maiores empresas, o jogo já mudou. A Amazon é uma das maiores empresas de comércio eletrônico do mundo, vende de tudo, inclusive serviços, mas tem apenas 10% do total do e-commerce norte-americano.

3. Ok, mas como vou concorrer com os grandes players?
Ou você oferece frete zero, parcelamento sem juros, preço baixo, entrega em um dia útil, ou adota outra estratégia. Não concorra com gigantes! Oferte itens exclusivos, de forma diferenciada, de um jeito que só você tem. Não estou falando só em escolher um produto diferente. Estou falando de tudo que impacta uma oferta. Customizações, preço, frete, pacote, promoção, etc. Tenha uma oferta única. Quanto maior a oferta de determinado item, menor o preço, pois se todo mundo tem, com a concorrência o preço cai. São as leis da oferta e da demanda. Mas se sua oferta tem pouca concorrência, você oferece mais valor, e pode extrair mais valor também. Busque se diferenciar. Mais de 40% dos compradores que usam comparadores de preços na Internet NÃO filtram por preço. Características como confiança, segurança e prazo de entrega são cada vez mais relevantes no momento da decisão.

4. Vender online? Isso é coisa de sobrinho.com
Errado. Os top sellers do eBay têm a idade de nossos avós! No Brasil a "melhor idade" já começa aos poucos a descobrir a Internet. Gente que desistiu de procurar emprego, ou simplesmente aguçou sua curiosidade, investigou, persistiu e teve a coragem para se dedicar às vendas online. Famílias inteiras são sustentadas por vendas online. E nem precisa pegar trânsito para ir ao trabalho!

5. Preciso ter logística própria ou não terei um bom preço
Errado. Você precisa escolher fornecedores que atendam às suas necessidades. Quem paga pela entrega é o cliente final. Estude e escolha bons parceiros e tenha bons contratos, repassando o ganho ao consumidor, ou embutindo no preço, ou melhor ainda, dando grátis o frete acima de determinado valor. É mais um incentivo para quem está na dúvida se compra ou não.

6. Basta ter uma grande bandeira de cartão de crédito e pronto
Errado. Você precisa ter todos os meios de pagamento, quanto mais melhor. Quanto mais meios de pagamento, mais pessoas poderão comprar. Parcelar no cartão de crédito? Pagar por cartão de crédito? Pagar via Saldo PagSeguro? Pagar por cheque? Pagar em boletos? Pagar via carnê? 63% das compras no PagSeguro são com cartão de crédito, e 52% das compras no Brasil são parceladas. Quem quer ficar fora? O Saldo em conta PagSeguro já responde por 5% das compras online. Fique próximo dos mais de 1 milhão de compradores que já compraram com PagSEguro.

7. Publicidade online é muito cara
Errado. É cara para quem não se dedica a estudar a otimizar a campanha. Provar ROI é desafio a ser perseguido constantemente. Quando um cliente compra, ele não diz "comprei por causa disso". Ele simplesmente compra. Mesmo que ele diga a razão, há outros motivos além desse, e você nunca sabe exatamente o que foi que gerou aquela venda. Além de pesquisa diretamente com os seus clientes, você pode usar uma série de ferramentas acessíveis para gerenciar email marketing, campanhas de banners e palavras-chave.
A Internet é um ambiente de pesquisa, e se seu site estiver otimizado, os sites de busca vão lhe encontrar, e com eles milhares de consumidores específicos e segmentados, não necessariamente preocupados com o preço, mas mais preocupados com sua credibilidade.

8. Usuário é burro
Errado. Usuário é desconfiado. Burro é quem subestima a desconfiança do usuário. Busque o "one click buy", mas não abra mão de segurança. Uma oferta relevante, no momento certo, com atributos honestos, atendimento online, boa reputação e histórico, elogios em fóruns, todas as reclamações atendidas em sites de reclamações, vão ajudar a aumentar a conversão de vendas.

9. Não vendo mais porque não há público interessado
Errado. Não vende mais pois você não entendeu o que seu público precisa de verdade. Ninguém quer comprar e não receber o produto no prazo. Ninguém quer um atendimento demorado, um site confuso, um monte de pop ups... Como diz o Gil Giardelli, "a sociedade imediatista quer tudo rápido e fácil".
Um vendedor de velas religiosas analisou cuidadosamente quais palavras-chave geravam conversão em vendas. Percebeu que tudo que era ligado a vela romântica, sensual, aromática, convertia muito mais. Reposicionou seu negócio e hoje é líder em vendas de velas aromáticas, com um apelo nada religioso.

Quais mitos do e-commerce afligem seu dia-a-dia?

Fonte: imasters.uol.com.br

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Fatores de sucesso de uma loja virtual

O maior encontro de profissionais web da américa latina.
Não importa o tamanho da loja virtual. Além de um bom produto ou serviço, posicionamento no mercado e capital de giro para iniciar e manter a operação, para um comércio eletrônico ser bem sucedido ele precisa se destacar nas características e áreas abaixo:

1. Marketing fácil e plug and play
No início da web comercial (1995), anunciar na web era coisa de gente grande. Hoje em dia, não é mais. O Google e seu sistema de anúncios em palavras-chave trouxeram para qualquer usuário a possibilidade de gerar tráfego segmentado com total controle de custos e eficiência.

2. Loja virtual fácil e plug and play
Há centenas de soluções prontas de comércio eletrônico como sites de leilão, lojas prontas que você só precisa trocar o layout e registrar o domínio para começar a vender, módulos gratuitos para adicionar pagamento em blog, além de soluções open source totalmente customizáveis, como Magento, WP Commerce ou outras que vêm fazendo sucesso entre os desenvolvedores.

3. Logística fácil e plug and play
Os Correios já oferecem o e-sedex, serviço com quase 60% de desconto para quem gasta mais de R$ 1 mil mensais com frete. A logística reversa para devolução de mercadorias também está disponível e dá garantia para o vendedor de que as trocas não serão uma dor de cabeça.

4. Meios de pagamento fáceis e plug and play
Os serviços de pagamento online, chamados facilitadores, tornam os pequenos comerciantes capazes de competir em conveniência e segurança com os grandes. É como se fosse uma bandeira amarela na corrida pela liderança. Todos ficam praticamente empatados. A diferença fica por conta da credibilidade e qualidade da prestação do serviço pela empresa que vai gerenciar os pagamentos.

5. Redes sociais podem fazer a diferença
Se todos os itens acima estiverem bem, a diferença pode ser percebida na satisfação, envolvimento e multiplicação de clientes manifestados nas redes sociais. Se a loja virtual estiver preparada, poderá gerar e coletar interatividade da comunidade, aumentando a relevância de sua marca e de suas ofertas. Aproveitar as oportunidades do Twitter, Orkut, Facebook, blogs, e outras redes tem sido cada vez mais sido um diferencial entre quem não quer ser mais um.

Fonte: imasters.uol.com.b

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Varejistas aumentam disputa nas vendas pela internet


As empresas de comércio eletrônico aceleram os investimentos para reformular os sites e torná-los mais acessíveis, especialmente aos consumidores de classe C que, pela primeira vez, adquiriram um computador e agora querem ir às compras pela internet. Ontem, o Magazine Luiza anunciou a reformulação total do seu site, com maior interatividade. A empresa não revelou, porém, as cifras investidas. No mês passado, o Extra.com já havia reformulado o seu site.

"Estamos entrando numa nova etapa do comércio eletrônico", diz o líder da área de consultoria de varejo da IBM Brasil, Alejandro Padron. Segundo ele, o movimento de forte concorrência começou a se desenhar no ano passado, com a entrada do Walmart e das Casas Bahia nas vendas pela internet. "Além disso, o Ponto Frio fez um site praticamente novo no final de 2008", lembra. O Carrefour já anunciou que estreia na rede no ano que vem.

Dois fatores, segundo Padron, explicam essa concorrência nas vendas online. O primeiro é a "Web 2.0", com a explosão das redes sociais, um fenômeno mundial, e que permite a maior interatividade no comércio eletrônico. O outro fator, típico do mercado brasileiro, é o acesso da classe C à rede mundial de computadores.

Segundo Pedro Guasti, diretor geral da E-bit, consultoria especializada em informações de comércio eletrônico, o Brasil deve fechar este ano com um total de 17 milhões de consumidores online, 4 milhões a mais que em 2008. E quase a totalidade desses novos clientes são da classe C, observa o consultor. A previsão da consultoria para este ano é que o comércio eletrônico movimente R$ 10,5 bilhões, 30% a mais que em 2008, enquanto o varejo tradicional vai crescer cerca de 6%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O futuro é o comércio eletrônico!


Com certeza muitos devem se identificar cada vez mais com depoimentos como esse:



Trabalho com e-commerce a anos, sempre realizo minhas compras pela internet, me acho bem racional em minhas decisões e a internet consegue me propiciar uma visão bem detalhada do que estou comprando e quanto estou pagando.
Mas aqui em casa confesso que ainda há resistências por parte de minha esposa, ela ainda gosta de sair para fazer compras, ver os produtos, sentir o clima na hora da compra, rituais antigos mas ainda muito presente na maioria das pessoas.
Estou contando tudo isso, pois este final de semana senti na pele que a compra pela internet é o futuro e não tem volta.
Estava eu e minha esposa este domingo dentro da loja física da FastShop aqui em Curitiba, estávamos vendo todos os brinquedinhos da loja, lcds, laptops da Apple, geladeiras moderníssimas e de repente nos deparamos com um aparelho da Philips para filtrar a água, o aparelhinho é bem moderno e a tempos queríamos comprar um filtro para casa para finalmente pararmos de comprar água mineral que é muito chato quando acaba e temos que ficar compraspelainternetesperando o próximo garrafão chegar.
Enfim, eu e ela ficamos em frente ao aparelho durante uns 3 minutos, lemos as especificações curtíssimas, mechemos no produto e procuramos um vendedor para perguntar algumas dúvidas sobre a quantidade de água que o filtro durava, se poderia ser acoplado em nossa torneira e outras coisas. Procuramos um vendedor disponível durante uns 30 segundos e nada, ninguém veio nos atender, resultado, saímos da loja e fomos embora.
Hoje chegou nosso filtro vindo da própria FastShop onde realizei a compra pela internet assim que cheguei em casa. Minhas respostas foram atendidas no descritivo do produto, comparei preços e acabei comprando. Sem mau atendimento, sem dúvidas e no conforto de meu lar.
O e-commerce é ou não é o futuro das compras?


Fonte: e-commercebrasil.org