MARKETING DIGITAL - COMUNICAÇÃO - TECNOLOGIA - REDES SOCIAIS - BUZZ
NOVO BLOG, ACESSE: www.ibuzzing.com.br
Mostrando postagens com marcador Marketing. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marketing. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Um trilhão de páginas! Haja marketing digital.

Um trilhão! Este é o número de páginas da Web indexadas pelo Google, segundo informações da própria empresa. Mas vamos ser conservadores e imaginar que o número real seja apenas um por cento disso, ou seja, dez bilhões de páginas! Mesmo assim, é uma quantidade gigantesca, o que nos leva a uma pergunta crucial: como fazer para que um site seja encontrado em meio a esse oceano de concorrentes? Vamos ver quais são os prós e contras das principais estratégias de marketing digital.

Inserção nos sites de busca.
Essa continua a ser a mais importante e a mais barata forma de divulgação na Web, afinal, quem mais poderia encontrar sua página em meio a bilhões de outras, senão um site de busca como o Google? A otimização de sites é trabalhosa e exige conhecimento, além disso, a competição pelo topo é cada vez mais intensa. No entanto, uma posição top 10 (primeira página) no Google pode significar milhares de visitantes por dia sem nenhum custo direto.

E-Mail Marketing
O uso do email continua sendo a atividade preferida dos internautas e um bom trabalho de email marketing pode trazer muitos visitantes para o site. O complicador dessa estratégia continua sendo o famigerado spam que força os provedores a dificultarem o acesso ao Internauta, não somente por parte dos spammers, mas também dos comerciantes sérios que desejam se comunicar com seus próprios clientes. O envio regular de uma newsletter , embora demande a renovação freqüente de conteúdo, causa um excelente retorno em termos de fidelização e branding.

Anúncios em Banners - pay per view
A grande dificuldade de se anunciar nesse sistema é uma relação custo/benefício geralmente desfavorável para o pequeno anunciante. Além disso, essa estratégia passou a perder espaço para o sistema pay per click, mais vantajoso em termos de controle e de resultados.
Anúncios em links patrocinados - pay per click
O sistema de anúncios PPC, pagamento por clique, representam a evolução dos anúncios na Internet. A estratégia tem como grande vantagem um melhor custo/beneficio e uma grande facilidade de gerenciamento, mas pode não ser viável para produtos de baixo valor unitário ou de baixa taxa de conversão em razão da dificuldade de se atingir o ponto de equilíbrio entre o custo do clique e o lucro obtido com a venda.

Programa de afiliados
É uma ótima maneira de se gerar vendas e deve se consolidar no Brasil, assim como ocorreu em outros países. O empecilho ainda é a inexistência de software de gerenciamento de afiliados, ou provedores desse tipo de solução no mercado nacional.
Marketing Viral
É bastante interessante para produtos que ofereçam algum tipo de apelo que possa instigar o interesse dos internautas. Exige competência e muita criatividade, mas pode representar uma grande sucesso para produtos específicos, como ocorreu com o hotmail , por exemplo.

Redes Sociais
É a mais recente novidade do marketing digital e faz todo sentido na medida em que as redes sociais como Orkut, Facebook, Twitter, My space, entre outras, são o ponto de encontro das pessoas na era da Internet. Mas é necessário ainda um tempo de maturação, com mais experiências bem sucedidas, para que se desenvolvam as melhores práticas no setor.
É importante frisar que uma mesma estratégia pode propiciar resultados diferentes, conforme o segmento de atuação e produtos comercializados, portanto, todas as estratégias devem ser testadas até se descobrir as mais viáveis em cada caso. O importante é que não faltam alternativas intessantes de marketing digital para que o empreendedor consiga trazer muitos visitantes para o seu site.

Fonte: e-commerce.org.br

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O profissional de comunicação nas mídias sociais

Recentemente, ganharam destaque as regras de conduta online lançadas pelo jornal Folha de São Paulo e pela Rede Globo.

Em tempos de jornalismo beta, tais orientações soam contrárias à participação do público no trabalho jornalístico. Ou seja, o ideal seria incentivar o diálogo com os leitores, que podem ter uma participação efetiva na condução da apuração da informação, e não se distanciar deles.

Os jornalistas poderiam usar a web 2.0 para engajar a comunidade e criar a sensação de pertencimento, diminuindo a distância leitor-repórter que muitos dizem sentir. O profissional de comunicação pode propor debates, fazer perguntas, pedir indicações e, claro, receber feedback.

Ou seja, mostrar os bastidores da notícia (uma preocupação recorrente nesses manuais de conduta) não seria necessariamente algo ruim. Do contrário. Poderia enriquecer o trabalho.

Evidentemente, em certos casos, como material exclusivo ou temas polêmicos que revelados antes do tempo poderiam destruir reputações, a empresa jornalística poderia “segurar” a informação.

De toda forma, muitas empresas se beneficiam do capital social de seus funcionários quando eles recomendam conteúdo dos sites nos quais trabalham (citando links no Twitter, por exemplo).

Esses comunicadores usam sua reputação para atrair audiência. Para não criar conflitos, há quem cadastre dois perfis nas redes sociais. Um pessoal, destinado apenas aos amigos, e outro profissional. No primeiro, ficaria mais à vontade para divulgar fotos pessoais, por exemplo. O outro seria o espaço para sua persona pública.

Segundo a consultora Amy Webb, o debate está caminhando na direção errada. O foco deveria ser a segurança dessas atividades para não expor o sistema a invasões de hackers, por exemplo. “Ao acessarem redes sociais do trabalho, esses profissionais não estão apenas revelando seus pontos de vista, mas sim sua localização”, explica. Isso poderia gerar problemas de segurança e privacidade de TI (Tecnologia da Informação).

Etiqueta virtual?
Todavia, não se trata de uma postura nova. Há anos, empresas possuem manuais de conduta. Indicavam, por exemplo, quais as roupas mais “apropriadas”, que postura política é permitida… Agora estão adaptando essas normas para as mídias sociais.

No mundo, várias empresas de comunicação estão fazendo o mesmo (dica do Granado). A IBM também tem um manual de conduta online, mas inovou ao partilhar a construção do documento com os empregados, através da tecnologia wiki.

A postura da IBM poderia servir de referência, pois não apenas define o que deve ser evitado, como também incentiva o uso dessas novas mídias. A empresa aponta o que considera ser as melhores práticas, como evitar a publicação de conteúdo de forma anônima ou indicar onde trabalha.

O ideal seria que esses manuais tivessem caráter recomendativo, e não impositivo. Entretanto, há exagero dos dois lados. Certa vez, já escutei um chefe de TI dizendo que os funcionários da empresa ficavam perdendo tempo “em sites de jornais”.

Por outro lado, há quem passe o tempo de trabalho usando essas ferramentas de mídia social basicamente para fins recreativos e não para desempenhar funções relativas ao seu emprego. Claro, quebras na rotina são importantes para arejar a mente. Mas as empresas, cada vez mais, identificam excessos.

Para mim, é questão de tempo essas ferramentas começarem a ser ainda mais restringidas. Até porque outro problema é que, muitas vezes, são feitos comentários nessas redes sociais que podem ser considerados inapropriados pelas empresas. Já vi cada mensagem no Twitter…

O outro lado
A mídia pode ser social, mas a responsabilidade é corporativa. Antes de se portar como uma diva que acha que sua arte não é entendida pelos empresários, é bom atentar para o outro lado. A empresa tem de se preocupar com direitos autorais, comentários que podem dar margem a processos judiciais, revelação de dados estratégicos…

Na prática, é simples não cometer deslizes. Não precisa criar máscaras, é só usar o bom-senso, praticando online as mesmas regras de conduta da vida “real”. Você sai gritando pelas ruas comentários jocosos sobre outros profissionais e empresas concorrentes? Sai revelando nos corredores da empresa produtos e serviços ainda em gestação? Pois é…

Você também pode agir, basicamente, da forma que achar apropriado, mas sem esquecer que liberdade de expressão não lhe isenta de responsabilidades. Há consequências, boas e ruins.

De toda forma, soa estranho escutar pessoas que não sabem o que é viver num regime de excessão usar a palavra censura nos mais diversos contextos. É outra palavra desgastada pelo uso inapropriado, o mesmo que ocorreu com o termo “atitude”. Parecem crianças mimadas que não aceitam qualquer tipo de orientação dos pais.

Acusam que não são compreendidas, mas dificilmente tentam se colocar no lugar do outro.

Fonte: http://webinsider.uol.com.br